Depois que a rainha Beatrix da Holanda abdicou do trono, a três dias de completar 75 anos, muitos se perguntaram por que a britânica Elizabeth II, de 86 anos, não faz o mesmo. Para a rede de notícias americana CNN, as duas monarquias têm princípios muito distintos – e, na Grã-Bretanha, a popularidade aumenta à medida que a juventude diminui.
“Não é que o trabalho estivesse muito pesado para mim, mas a responsabilidade por este país deve estar nas mãos de uma geração nova”, disse Beatrix ao abdicar do trono a favor de seu filho príncipe Willem-Alexander, 45. Como é típico das monarquias, o gesto da rainha holandesa, ao falar do futuro, se espelhava no passado e na tradição. Na Holanda, a abdicação é a norma: a mãe de Beatrix, rainha Juliana, abdicou em 1980, com 70 anos; sua mãe, Wilhelmina, com 68 anos, em 1948, e assim por diante.
Na Grã-Bretanha, contudo, a ideia de transmitir o trono aos mais jovens não encontra ressonância. O único caso registrado foi o do rei Edward VIII, que desistiu da realeza em 1936 para poder se casar com uma americana divorciada.
A regra geral entre os britânicos é jamais abdicar. Mesmo considerado insano em 1810, o rei George III continuou no poder até sua morte, em 1820, com 81 anos. Ele passou seus últimos 10 anos de reinado trêmulo e cego no castelo de Windsor. A neta de George III, rainha Victoria, também reinou até sua morte, aos 81 anos. Os anos mais populares de ambos foram os últimos de suas vidas.
O auge da aprovação de Elizabeth II entre os adultos britânicos foi em maio do ano passado, logo após ela comemorar seu Jubileu de Diamante. Seus súditos não veem razão para que ela passe o trono adiante.
As rainhas Elizabeth, da Grã-Bretanha, e Beatrix, da Holanda.
A rainha Elizabeth II recebeu alta nesta segunda-feira do hospital King Edward VII, no centro de Londres, onde estava internada desde ontem, devido a uma gastroenterite. A soberana, que em abril completará 87 anos, ficou internada por apenas 24 horas para ser examinada pelos médicos. Na sexta-feira, ela teve os primeiros sintomas de desconforto estomacal
Todos os compromissos da monarca para a semana, incluindo uma viagem a Roma, foram cancelados ou adiados como medida de precaução. A rainha visitaria a Itália entre 6 e 7 de março, como convidada do presidente italiano Giorgio Napolitano. O embaixador da Grã-Bretanha em Roma, Christopher Prentice, informou as autoridades italianas que a rainha precisava de "atenção médica".
Aos 86 anos, a rainha é conhecida por sua saúde robusta. Ela foi hospitalizada pela última vez em 2003, quando fez uma cirurgia no joelho. Ela comemorou seus 60 anos de reinado no ano passado.
A Rainha Elizabeth deixa o hospital Rei Edward VII um dia depois de ser internada com sintomas de gastroenterite, em Londres.
A monarcade 86 anosde idade,foi levado parao rei EdwardVIIHospital, emLondres, umporta-voz dopaláciodisse. Elafoi conduzidapara o hospital emum carro particularna tarde dedomingo.O paláciodisse que ela estava"de bom humor". Todos oscompromissos oficiaispara esta semana, incluindoviagemda rainhaa Roma, serãocancelados ouadiados. Elajá haviarealizadouma apresentaçãomedalhano Castelo de Windsor, ondefoi descansarno fim de semana. Um porta-vozpara a Rainhadisse que elaestava em"boa saúde", além dos sintomasde gastroenterite. Ele disse: "Esta é umamedida de precaução. "Elanão foi levadoao hospitalimediatamentedepois de sentiros sintomas.Isto é simplesmente parapermitir que os médicosa avaliar melhora ela." O primeiro-ministro, David Cameron,enviou seus"melhoresdesejos"para a Rainha, acrescentandoem um tweet: ".Espero que elafazuma rápida recuperação" Realo correspondente da BBCPeter Huntdiz que aRainha vaipermanecer no hospitalem observaçãopor cerca de doisdias. Elafoi a últimano hospitalhá 10 anosporuma operação no joelhomenor. O correspondente da BBCBenAndo,fora docentro de Londreshospital,diz que há umapequenapresença da políciaemembros da imprensade todo o mundose reuniramperto da entrada. Não hásinal detodos os visitantespara a rainhaainda, dizo correspondente. A notícia de suadoençasurgiuna noite desexta-feira,e elafoi forçada a cancelaruma viagem aoSwanseano sábado paraDiamarcaSt David, em uma cerimôniamilitar.
A rainha,como muitas outras pessoas, não está dispostoa revelarmuitos detalhes sobreo estado desaúde dela.
Para uma mulherque viveu pordécadasem umafase muitopúblico,esta é uma informaçãoque elaconsidera comoprivado. Assim, para esteprimeira internação, em 10 anos, sabemos que omonarcade 86 anosde idade, estáem "bons espíritos".Ela nãoestá de cama.Elafoi para cima esobre. Autoridades dizem queelaserá avaliadaao longo dos próximosdois dias. Seutratamento para uma condiçãoque pode causarvômitos e diarréia,e queseus assessoresnão vai discutir, poderia incluirre-hidrataçãoe testespara estabelecerse a doençafoi causadapor uma infecção ouum problema subjacente. Seu breve tempono hospitalvai oferecer otempopara descansarRainhae darsua equipeuma oportunidade de examinara carga de trabalhode umoctogenário quenão tem intenção dese aposentar.
O Castelo de Balmoral, conhecido como Royal Deeside, localiza-se na área de Aberdeenshire, na Escócia.
A propriedade, uma grande residência rural, foi adquirida pelo Príncipe Alberto, marido da Rainha Victoria, e funciona actualmente como residência de Verão da Família Real Britânica.
A herdade de Balmoral tem passado ao longo das gerações e gradualmente expandida para mais de 260 quilômetros quadrados (65.000 acres).
Actualmente é uma propriedade em funcionamento, empregando 50 funcionários a tempo inteiro e 50 a 100 em part-time.
O castelo começou a ser construído para Sir William Drummond em 1390. A propriedade havia pertencido ao rei Roberto II da Escócia (1371-1390), que mantinha um pavilhão de caça na região.
Posteriormente, a propriedade foi vendida a Alexander Gordon, o 3° Conde de Huntly no século XV.
Balmoral permaneceu nas mãos da família Gordon até 1662, quando o clã Farquharson a adquiriu. À nova família foi concedido o título de conde de Balmoral.
Em 1798, o 2° conde de Fife adquiriu o castelo.
A propriedade serviu como palco para a coroação do rei Jorge IV do Reino Unido, em 1822.
Balmoral é hoje melhor conhecida como residência real, um refúgio de Verão da Rainha Isabel II e do seu marido, o Duque de Edimburgo.
A história do Castelo de Balmoral como residência real remonta a 1848, quando a Rainha Vitória e o Príncipe Alberto o arrendaram o castelo aos depositários de Sir Robert Gordon (que havia obtido um arrendamento de longo termo do castelo em 1830 e morreu em 1847). O casal Real gostou muito da sua estadia na casa e pagou mais de 30.000 libras pela sua posse total em 1852. O príncipe começou imediatamente a fazer planos com William Smith para aumentar o existente castelo quinhentista e fazer um "novo" e maior castelo para a Família Real.
Em 1856, a construção estava concluída. Nos valores actuais, o castelo, sem incluir a propriedade em que que se insere, tem um valor de 160 milhões de libras.
Juntamente com Sandringham House, Balmoral é uma propriedade privada e não parte da "royal estate". Este tornou-se centro de um caso quando, em 1936, Eduardo VIII abdicou como rei mas não abandomou automaticamente a propriedade privada que havia herdado. Jorge VI teve que comprar explicitamente Balmoral e Sandringham ao seu irmão mais velho para que permanecessem refúgios privados para o monarca.
Actualmente a Propriedade de Balmoral mantém-se em funcionamento, ocupando mais de 200 km² de terra. A Família Real emprega cerca de 50 funcionários a tempo inteiro e outros 50 a 100 em tempo parcial para cuidar dos jardins, do castelo e dos animais da propriedade. O pessoal em part-time é usado essencialmente quando a Rainha faz a sua visita anual.
Tem havido alguma especulação sobre a possibilidade de o Castelo de Balmoral Castle ter sido assinalado como um refúgio Real na eventualidade de uma guerra nuclear. Na década de 1960 os planos de guerra visavam, aparentemente, evacuar o soberano para o Iate Real Britannia, mas isso não seria prático e seria desejável um refúgio terrestre. Pode parecer que, contrariamente ao rumor persistente, não existiram planos para juntar o soberano com o Primeiro-ministro no complexo de bunkers de Corsham, conhecido variadamente como Hawthorn, Subterfúgio, Sitio 3, Burlington ou Turnstile. O Palácio de Buckingham e o Castelo de Windsor seriam ambos muito vulneráveis, o primeiro por se encontrar situado no coração de Londres — um alvo principal por direito próprio — e Windsor devido à sua proximidade com o Aeroporto de Heathrow.
A Rainha encontrava-se em Balmoral em 1997, quando recebeu a notícia de que sua ex-nora, a Princesa Diana, havia falecido em Paris, França, após sofrer um trágico acidente de carro. A sua decisão de não voltar para Londres, para falar publicamente sobre a perda da Princesa do Povo, foi muito criticada na época, rendendo discussões entre ela e o primeiro-ministro Tony Blair. Tais momentos serviram de tema para o filme The Queen, de 2006.
Castelo De Balmoral.
na foto podemos ver o Estandarte real Escoses ateado significa que a rainha estava lá.
Longe dos brilhos dos palácios e dos amantes da corte ela começava uma nova vida que ela sempre quis londe do bombardeio de flash de fotografos e da rainha Daiana viveu um pouco do verdadeiro conto de fadas.
Mas no dia 31 de agosto de 1997 um tunel em Paris interrompeu o seu sonho de levar uma vida simples que ela sempre sonhou.
Seu funeral foi assistido por mais de 6 milhões de pessoas que choraram ao ver a carroajem levar a bela adormecida, naquele sabado de sol em londres 6 milhões de pessoas quietas chorando como se conheçesem Daiana de infançia. Todos os amavam ela ainda esta viva em nossos corações. Morta ela se mostrou mais poderosa que a propia rainha que se rendeu ao seus encamtos e fez um tributo em sua homenagem.
Daiana deixou muitos com saudade ela está mais viva do que nunca nos corações de quem a amava...
ELA NUNCA MORRERA.
morte de Daiana.
caixão de Daiana.
a bela adormecida sendo levada para descançar eternamente.
Diana Frances Spencer, mais conhecida como Diana, Princesa de Gales (Sandringham, 1 de julho de 1961 — Paris, 31 de agosto de 1997), foi uma aristocrata, filantropa e a primeira esposa de Charles, filho mais velho e herdeiro aparente de Elizabeth II do Reino Unido. Seus dois filhos, os príncipes William e Harry, são respectivamente o segundo e o terceiro na linha de sucessão ao trono do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e de outros doze países da Commonwealth, tais como Canadá, Nova Zelândia, Antígua e Barbuda, Austrália, Jamaica e Bahamas, Após o seu casamento com o Príncipe de Gales, Diana tornou-se uma das mulheres mais famosas do mundo, um ícone da moda, um ideal de beleza e elegância feminina, admirada por seu trabalho de caridade em especial por seu envolvimento no combate à AIDSe na campanha internacional contra as minas terrestres. A sua trágica e inesperada morte ocorrida após um acidente de carro na cidade de Paris, em 1997, foi seguida de um grande luto público pelo Reino Unido e, em menor escala, pelo mundo. Seu funeral, realizado em setembro do mesmo ano, foi assistido globalmente por cerca de 2,5 bilhões de pessoas, tornando-se um dos eventos mais assistidos da história da televisão. Mesmo após 15 anos de sua morte, a "princesa do povo" continua sendo uma das celebridades mais constantes na imprensa, servindo de tema para milhares de livros, jornais e revistas. Estima-se que seu nome seja citado, pelo menos, oito mil vezes por ano na imprensa britânica. Os vários biógrafos de Diana divergem-se quando o assunto é a decadência de seu casamento. Andrew Morton, por exemplo, culpa a "crueldade" de Carlos pelo fim do relacionamento deles, enquanto que Sally Bedell Smith aponta os supostos "distúrbios mentais" de Diana como sendo os responsáveis pelo desgaste da relação. A jornalistaTina Brown, por sua vez, atribui o desastre à ingenuidade da princesa em uma ficção forjada pelos tablóides.
Descendente de aristocratas britânicos, filha do visconde Edward John Spencer e de Frances Shand Kydd, Diana Frances Spencer nasceu como a terceira filha do sexo feminino e penúltima do casal, em 01 de julho de 1961, na aldeia de Sandringham, no condado inglês de Norfolk. Seus pais demoraram uma semana para escolher seu nome, uma vez que eles esperavam um menino que fosse o herdeiro da família Spencer. Ela teve quatro irmãos, sendo que um deles morreu assim que nasceu. São eles: John Spencer, Charles Edward Spencer e Elizabeth Sarah Lavinia. Diana foi batizada na igreja de Santa Maria Madalena, em Sandringham, pelo reverendo Percy Herbert e seus padrinhos foram John Floyd, presidente da Christie's, Mary Colman, Sarah Pratt e Carol Fox.
Os pais de Diana se separaram em 1968, quando ela tinha oito anos de idade, por conta de um caso extraconjugal que sua mãe mantinha com o empresário Peter Shand Kydd. Como consequência, Diana e seu irmão Charles foram levados por sua mãe para viver em um apartamento no distrito de Knightsbridge, onde a princesa foi matriculada numa escola diária local. No Natal do mesmo ano, Diana e seu irmão foram comemorar a data com seu pai, que se recusou a deixar os filhos retornarem à capital londrina com a mãe. Subsequentemente, em 1969, o casal disputou a custódia dos filhos na justiça. O juiz a concedeu ao pai, que foi apoiado por um depoimento de sua sogra contra Frances.
A separação de seus pais, bem como os conflitos decorrentes desse fato, foi determinante para a infância "infeliz" da princesa. Pensando em não cometer os erros dos pais, Diana queria constituir uma família unida e feliz. Biógrafos de Diana acreditam que ela desenvolveu uma doença mental decorrente de uma infância problemática. Tal fato, no entanto, é negado por parentes e amigos dela.
Com a morte de seu avô paterno Albert Spencer, em maio de 1975, o pai de Diana tornou-se o oitavo Conde Spencer. Diana e suas irmãs, como resultado disso, receberam cada uma o título de “lady”, prerrogativa comum entre filhas de condes britânicos. Seu irmão Carlos tornou-se, por sua vez, o novo Visconde Althorp. Pouco tempo depois, John Spencer e seus quatro filhos mudaram-se para Althorp, em Northamptonshire, a propriedade ancestral da família Spencer do século XVI, deixando Park House, que era alugada da família real.
Diana frequentou, inicialmente, a Riddlesworth Hall, uma escola preparatória para meninas, na qual foi reconhecida pelo seu talento para as artes, em particular para a dança e para a música. Diana também era uma excelente esportista, tendo praticado tênis, natação, hóquei e salto ornamental.Seu pai depois a matriculou em West Heath Girl's School, em Sevenoaks, Kent, esperando que esta respeitável escola aproximasse Diana mais dos estudos e a afastasse do balé, que provavelmente era a maior paixão de sua infância e juventude. A princesa foi educada em West Heath por cinco anos, mas não passou em seus exames finais, mesmo em segunda tentativa e por isso foi transferida, em 1977, para a Instituto Alpin Videmanette, uma escola para moças que ficava na Suíça.
Em novembro de 1978, Diana e sua irmã Sarah foram convidadas para o aniversário de trinta anos do príncipe Charles. Numa carta para a sua babysitter, Mary Clarke, Diana revela que teria planejado, juntamente com os seus irmãos, Charles e Jane, casar a sua irmã mais velha, Sarah, com o príncipe Charless.
Outro convite, desta vez feito pela Rainha para uma semana de caça em Sandringham, veio em janeiro de 1979. Em julho do mesmo ano, Diana e sua irmã Jane foram convidadas pela Rainha para o Castelo de Balmoral, na Escócia.
Em agosto de 1979, um fato devastador para Charles aconteceu: seu tio-avô e padrinho, Lorde Mountbatten, foi assassinado pelo IRA. Eles eram tão próximos que Mountbatten era visto como o "pai substituto" dele. Em um encontro com amigos mútuos, Carlos e Diana sentaram-se um do lado do outro e começaram a conversar alegremente até o assunto sobre o funeral de Mountbatten ser tocado. Diana disse:
Você parecia tão triste (…) Meu coração ficava vazio enquanto via você daquele jeito, e eu pensei: 'Isso não está certo, você está completamente sozinho, você deveria ter alguém para cuidar de você.
Dali em diante, a figura que Charles tinha de uma amiga de infância em Sandringham , transformou-se definitivamente, e ele começou a procurá-la. Em fevereiro de 1980, foi a primeira vez que Diana passou um fim de semana em Sandringham sem a companhia de uma irmã, apenas da família real. Há rumores de que a então ex-namorada do príncipe, Camilla Parker Bowles (sua atual esposa), ajudou-o a escolher como esposa Lady Diana Spencer. Camilla fazia parte do restrito círculo de amigos de Charles
Quando retornou à Inglaterra em 1978, aos dezessete anos, ela ganhou de seus pais um apartamento na cidade de Londres, para onde se mudou e, em setembro do mesmo ano, se matriculou em um curso de culinária francesa em Cordon Bleu, mesmo detestando o ofício. Com a ajuda de sua mãe, ela obteve um emprego como professora de balé no conhecido estúdio Vacani, onde trabalhou por pouco tempo.
Embora fosse filha de nobres, ela trabalhou como uma mulher normal que procurava independência e realização pessoal. Entrou para a brigada da "fita de veludo encarnada", uma associação para mulheres da alta sociedade que procuravam seguir padrões e valores bastante liberais, sendo vulgarmente conhecidas como "Sloane Rangers". Diana inscreveu-se em duas agências de emprego: Solve Your Problems e Knightsbridge Nannies, fazendo tarefas domésticas, como faxineira e babá, antes de se tornar professora do jardim de infância Young England School, em Pimlico.
A sua vida em Londres era tranquila: não ia a discotecas nem a festas extravagantes, optava por locais mais modestos e calmos, pois era tímida, insegura e sensível. Passava habitualmente os fins-de-semana em Althorp, junto de sua família e amigos. Lady Diana, numa entrevista, disse que naqueles anos queria se manter "tidy", uma expressão britânica usada para designar "virgindade", porque ela esperava alguém especial.
As constantes aparições de Diana e Charles juntos, começaram a atrair a atenção da imprensa, e o tablóide The Sun escreveu que um novo romance real tinha tido início. A cada momento que saía de seu apartamento, ela era seguida por jornalistas. No dia 6 de fevereiro, Charles combinou um encontro com Diana no Castelo de Windsor. Lá, ele falou o quanto sentiu sua falta durante uma viagem à Suíça e pediu a sua mão em casamento.
No dia 23 de fevereiro, depois de contar as novidades para a família e amigos, Diana saiu de seu apartamento em Coleherne Court e partiu para o Palácio de Buckingham, a fim de evitar a mídia. O Palácio de Buckingham anunciou o noivado no dia 24 de fevereiro de 1981. Diana ficou no palácio em companhia de dois empregados, mas não de seu noivo.
Uma semana antes do casamento, Diana assistiu a uma partida de pólo em que Charles estava jogando. Na arquibancada, ela começou a chorar novamente. Isso aconteceu um pouco depois que ela soube que seu noivo estava planejando entregar o bracelete a Camilla. O Palácio de Buckingham, em resposta, disse que foi exaustão. Apesar disso, Diana e Charles tiveram bons momentos durante seu noivado e pareceram felizes juntos enquanto estavam nas ruas, cumprimentando o público.
casamento ocorreu na Catedral de Saint Paul em Londres, numa quarta-feira, no dia 29 de Julho de 1981. A cerimônia contou com 3500 convidados (incluindo Camilla Parker Bowles e seu então esposo Andrew) e foi assistida por aproximadamente um bilhão de pessoas em todo mundo via satélite. Diana se tornou oficialmente Sua Alteza Real a Princesa de Gales e foi imediatamente elevada a terceira mulher mais importante da monarquia britânica, somente atrás da Rainha Elizabeth II e da Rainha Mãe.Diana viajou a vários países em missões da família real britânica, em 1982, representou a rainha Elizabeth II no funeral da Princesa Grace de Mônaco. O maior casamento real do século XX passou a ser comparado a um conto de fadas, e rapidamente a princesa conquistou o público com sua beleza, chamando, muitas vezes, mais atenção do que seu marido.
Entretanto, no palácio real, as tensões entre Charles e Diana aumentavam constantemente. O príncipe estava sempre comprometido com seus deveres, e Diana estava sempre se sentindo solitária e suspeitava, cada vez mais, de que ele estaria tendo um caso extra-conjugal com Camilla Parker-Bowles. Em público, eles continuavam a aparentar um casal apaixonado. No meio da década de 1980, após o nascimento dos dois filhos do casal, Charles passou a ficar mais tempo com seus amigos, incluindo Camilla, bem como a ficar mais tempo em Highgrove House, enquanto que Diana permanecia no Palácio de Kensington.
Para descrever o colapso do casamento entre Charles e Diana, a mídia britânica e internacional chamou-a de Guerra dos Galeses. O nome deriva da Guerra das Duas Rosas, uma série de disputas entre a Casa de York e a Casa de Lancaster pelo trono inglês. A "Guerra dos Galeses" teve início no final dos anos 80, quando veio a conhecimento público que o casamento de Charles e Diana estava arruinado. Chegou ao seu climax em 1992, quando o Príncipe e a Princesa de Gales formalmente se divorciaram.
Os príncipes de Gales finalmente se separaram em 9 de dezembro de 1992. O divórcio foi finalizado em 28 de agosto de 1996. O acordo criado pelos advogados dos príncipes estabelecia que Diana poderia continuar vivendo no Palácio de Kensington; que a guarda dos príncipes William e Harry seria dividida entre eles; e que uma quantia de £17 milhões de libras seria concedida a Diana. Uma Carta-patente de Elizabeth II do Reino Unido de 21 de agosto de1996 tornou oficial que todas as ex-esposas de Príncipes Britânicos perderiam o status de Sua Alteza Real depois do divórcio. Quando Diana recebeu a notícia de que perderia seu título de Sua Alteza Real, chorou muito, entretanto seu filho, William de Gales vendo que a mãe estava com depressão, lhe prometeu a devolução do título de Sua Alteza Real, quando fosse coroado. Após o divórcio seu título oficial passou a ser Diana, Princesa de Gales, foi mantida como sendo uma Princesa Britânica e foi mantida como membro da Família Real Britânica já que era mãe do 2° e 3° colocados na linha de sucessão da coroa britânica.
Em 31 de agosto de 1997, Diana morreu em um acidente automobilístico no túnel da Ponte de l'Alma, em Paris, França,quando era perseguida por sete paparazzis. Diana estava jantando com Dodi Al-Fayed,herdeiro da cadeia de lojas Harrods e então namorado da princesa,em um restaurante quando começou a perseguição por parte dos paparazzis. No carro, Diana estava acompanhada de Dodi Al-Fayed e o motorista Henri Paul. A Mercedes-Benz S280 sedan deles bateu fortemente no 13° pilar do túnel. Como não havia barras metálicas entre os pilares, uma pequena mudança na direção do veículo poderia facilmente resultar numa colisão frontal.
O guarda-costas de Fayed, Trevor Rees-Jones, era o mais próximo do ponto de impacto e foi o único sobrevivente do acidente. Trevor também era o único ocupante do carro que estava utilizando o cinto de segurança - o que não é comum, pois guarda-costas precisam de livre movimento para proteger profissionalmente alguém. Rees-Jones, depois de meses em coma no hospital, disse que não tinha lembranças do acidente.
Henri Paul e Dodi Al-Fayed morreram imediatamente, e Diana - sentada ao banco de trás - resvalou-se brutalmente durante o impacto e bateu no banco à sua frente, causando uma hemorragia interna e quebra de ossos (bacia e braço). Diana foi transportada para o Hospital Pitié-Salpêtrière, aonde, apesar das inúmeras tentativas de reanimação cardiorrespiratória, ela morreu às 4 da madrugada. Seu funeral, em 6 de setembro de 1997, foi assistido por aproximadamente dois bilhões de pessoas em todo o mundo.
No funeral de Diana, seu irmão Conde Spencer disse: Acima de tudo, nós agradecemos pela vida de uma mulher que tenho muito orgulho em poder chamar de minha irmã - a única, a complexa, a extraordinária a insubstituível Diana, cuja beleza, interna e externa, jamais se extinguirá de nossas mentes. Em 1997 o cantor Michael Jackson selecionou a canção Gone Too Soon na compilação Diana Princess of Wales Tribute em sua nobreza,Pois em diversas ocasiões Michael nunca escondeu o quanto a admirava e amizade que tinham.
interesse de Diana em ajudar as pessoas levou ao estabelecimento do Diana Memorial Award, prêmio conferido desde 1999 a jovens que têm demonstrado devoção e compromisso para com as causas advogadas pela Princesa. Em 2002, Diana ficou em terceiro lugar, com pouco mais de treze por cento dos votos válidos, na lista dos maiores britânicos de todos os tempos, perdendo as duas primeiras colocações para Winston Churchill e Isambard Kingdom Brunel, primeiro e segundo colocados, respectivamente.
Ela foi o maior ícone mártir da fama. Ela morreu por causa disso
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Logo após a sua morte, foi criado o Fundo Memorial de Diana, Princesa de Gales, que tem como objetivo arrecadar dinheiro para dar continuidade ao trabalho humanitário desenvolvido por ela dentro e fora do Reino Unido. Foi dotado de doações feitas por pessoas ao redor do mundo nos dias e meses posteriores a sua morte. Estas totalizaram cerca de 20 milhões de euro, além de um adicional de 80 milhões gerados através de atividades comerciais - incluindo uma doação feita por Elton John e pela gravadora Polygram - gerado a partir da canção "Candle in the Wind 1997" -, bem como a venda de produtos licenciados. Os príncipes William e Harry organizaram um concerto em homenagem à Diana, que foi realizado em 1° de julhode 2007, dia em que completaria 46 anos de idade.
A Princesa Diana tornou-se bastante conhecida por apoiar projetos de caridade, tanto antes como depois de seu divórcio. Ela foi madrinha de mais de cem instituições sociais e organizações de caridade e ajudava especialmente campanhas contra minas terrestres e combate à AIDS. Foi presidente dos hospitais Great Ormond Street e Royal Marsden Hospital, localizados em Londres, ambos especializados no tratamento de câncer. Por seus trabalhos filantrópicos, Diana recebeu diversos prêmios, entre eles o Nobel da Paz, por sua participação na "Campanha Internacional para a Eliminação de Minas".
Após se divorciar do príncipe Charles, Diana afirmou que iria se ausentar das atividades humanistas, mas ela não conseguiu se ater a esta declaração por muito tempo. Mesmo com os problemas pessoais pelos quais passava, Diana logo retomou suas atividades filantrópicas e se dedicou, em especial, aos projetos que tinham por objetivo combater a AIDS no planeta. Para arrecadar dinheiro para suas obras de caridade, ela muitas vezes dançou em bailes e até chegou a leiloar alguns de seus vestidos mais belos. Sua contribuição para mudar a opinião pública em relação aos portadores da doença foi lembrada em 2001 pelo então presidente americano Bill Clinton:
Em 1987, quando muitos acreditavam que a AIDS poderia ser contraída através do toque, a Princesa Diana sentou-se numa cama onde deitava um aidético e segurou sua mão. Ela mostrou ao mundo que as pessoas com AIDS não mereciam o isolamento, mas sim compaixão. Isso ajudou a mudar a opinião do mundo, ajudou as pessoas com AIDS, e também ajudou a salvar as pessoas em risco.
A luta contra as minas terrestres foi outro projeto que recebeu o apoio e o empenho de Diana.Para promover suas ideias de que as minas terrestres causavam prejuízos à humanidade, ela viajou para África, em janeiro de 1997, trabalhando como uma voluntária do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Diana visitou sobreviventes das explosões de minas terrestres em hospitais, excursionou projetos organizados pela HALO Trust e compareceu em aulas de conhecimento sobre minas terrestres que ameaçavam casas e vilarejos.
Em agosto do mesmo ano, Diana visitou a Bósnia com o Landmine Survivors Network. A princesa tinha interesse em evitar os prejuízos que as minas causavam às pessoas, especialmente às crianças. Como resultado do empenho de Diana, foi asinado, por apelo da Organização das Nações Unidas, o Tratado de Ottawa, que proíbe proíbe o uso, a produção, a estocagem e a transferência de minas terrestres.
Como esposa do Príncipe de Gales, Diana usava um brasão de armas que incluía o real brasão de armas do Reino Unido com um plano, um escudo e um letreiro do brasão de armas do principado de Gales (o brasão do Príncipe de Gales), juntando dois brasões em um escudo com o 1° e o 4° quarteis plano branco, e o 2° e o 3° quartéis suportando três douradas bandas entrelaçadas com três bandas sinistras em um fundo de cena vermelho desfigurado com três conchas (o brasão de armas do Conde Spencer, pai de Diana). Os guardiões foram um leão coroado dourado do Brasão de Armas Real e um grifo alado do brasão dos Spencer. O escudo teve a coroa do Príncipe de Gales. Seu lema era Dieu Defend le Droit (Deus defende o direito, em português), também usado no brasão dos Spencer.
Com o divórcio, Diana passou a usar o brasão da família Spencer coroado com uma pequena coroa real.
O brasão de armas da princesa Diana enquanto esteve casada.
TITULOS REAIS
1961-1975: A Honorável Diana Frances Spencer (por ser filha de um Visconde)
1975-1981: Lady Diana Frances Spencer (título herdado após seu pai ter se tornado Conde)
1981-1996: Sua Alteza Real a Princesa de Gales (títulos recebidos no casamento com o Príncipe de Gales)
1996-1997: Diana, Princesa de Gales (após divórcio, mas ainda membro da Família Real).
A Mais Nobre Ordem da Jarreteira, também conhecida como Ordem da Jarreteira, é uma ordem da cavalaria britânica, a mais antiga da Inglaterra e do sistema a de honrarias britânico Sua tradução correta seria antes Ordem da Liga (em inglês : Order of the Garter) tal como em português tem o mesmo significado. Só assim se explica que esta ordem militar , criada por Eduardo III de Inglaterra com o espírito medieval de então e baseada nos nobres ideais da demanda ao santo Graal e da corte do rei Arthur , seja vista como a mais importante comenda do sistema honorífico do Reino Unido, desde essa altura até aos dias de hoje. Fundada em 1348, com a dedicação da imagem e das armas a São Jorge, pratono (embora existam registros de nomeações à ordem em 1344), supõe-se que tenha sido criada para destacar os esforços do reino e aliados, nos quais se destacam nobres e reis portugueses, para conquistar a Terra Santa e um «Império Cristão» nas subsequentes cruzadas, numa época de ouro para os cavaleiros, a nobreza das guerras.
Os membros da ordem são limitados ao Soberano, ao Príncipe de Gales e não mais que vinte e quatro membros ou companheiros. Os pedidos também incluem cavaleiros e damas extranumerários (por exemplo, membros da família real e monarcas estrangeiros). Conceder a honra tem sido descrito como uma das poucas prerrogativas executivas remanescentes do monarca de caráter verdadeiramente pessoal.
O emblema da ordem, retratado na insígnia, é uma jarreteira com o mottoHonni soit qui mal y pense (francês antigo : "Envergonhe-se quem nisto vê malícia", ou "Maldito seja quem pense mal disto!”) em letras douradas. Os membros da ordem recebem algo como uma liga nas ocasiões cerimoniais.
A maioria das honrarias britânicas abrange todo o Reino Unido, mas as três mais importantes pertencem a uma nação constituinte. A Ordem da Jarreteira, pertencente Inglaterra e Gales, é a de maior idade e precedência; a A mais antiga e mais venerável ordem do cardo pertence à Escócia; e a agora em desuso A mais ilustre ordem de São Patrício pertencente à Irlanda. Novas nomeações para a Ordem da Jarreteira sempre são anunciadas no Dia de São George, em 23 de abril.
O Rei Eduardo 3º fundou a Ordem da Jarreteira como "uma sociedade, uma companhia e uma escola de cavaleiros."
O ano da fundação é usualmente presumido ser 1348, entretanto, o Complete Peerage, no "The Founders of the Order of the Garter", diz que os estatutos da ordem foram primeiro instituídos em 23 de abril de 1344, anunciando cada membro fundador como cavaleiro em 1344, incluindo Sir Sanchet d'Abrichcourt que morreu em 20 de outubro de 1345. Outras datas de 1344 a 1351 também foram propostas. As contas dos armários do Rei mostram hábitos da Jarreteira pela primeira vez no outono de 1348; pelos seus estatutos originais, era necessário que cada membro já fosse um cavaleiro (o que hoje seria chamado de cavaleiro celibatario) e alguns dos membros iniciais eram apenas feito cavaleiros nesse mesmo ano. O conceito foi seguido durante o próximo século por outros monarcas europeus, de fundar suas próprias e prestigiadas ordens de cavalaria.
Os antigos arquivos da Ordem foram destruídos pelo fogo, embora se pense que em 1344 ou 1348 o rei Eduardo III tenha proclamado São Jorge como patrono da Inglaterra. Apesar do seu culto ter sido proibido à época da reforma, a capela São George, em Windsor (completada entre 1483 e 1528) manteve-se como sede da Ordem.
A Ordem da Jarreteira é mais antiga remanescente e mais prestigiosa ordem de cavalaria do Reino Unido desde sua concepção até hoje.
O rei Edward 3º com os trajes de soberano da Ordem da Jarreteira, numa ilustração do Garter Book de 1430 feito por willian brucus (1375-1450), primeiro rei de armas principais de jerreteira.
A Ordem da Jarreteira, cuja tradução correta seria antes Ordem da Liga ( Order of the Garter) em Portugal era primitivamente chamada Ordem da Garrotea que significava "Ordem do Laço".
O equivoco, que fez distanciar do seu nome original que traduzia uma estreita "liga entre homens" ou um apertado "enlace entre homens", através de um sério acordo entre pares nobres e amigos, trocado por uma ordinária liga para segurar as meias, advém de uma fantasiosa história, que está associada à criação desta Ordem, possivelmente com a pretensão de denegri-la e aos movimentos ou pessoas que a defendiam e aos seus ideais cavalheirescos.
Essa lenda conta que Eduardo III estava dançando com a Condessa de Salisbury numa grande festa da corte, quando esta deixou cair a sua jarreteira. Ao apanhá-la do chão e amarrá-la de volta à sua perna, o rei reparou que os presentes os fitavam com sorrisos e murmúrios. Irado, exclamou: «("envergonhe-se quem nisto vê malícia"), frase que se tornou o lema da ordem.; disse ele ainda que tornaria aquela pequena jarreteira azul tão gloriosa que todos a haveriam de desejar. Sendo esta história verdadeira ou não, a Ordem da Jarreteira foi, de fato, criada por Eduardo III, o seu símbolo é uma jarreteira azul escuro, de rebordo dourado, em que aparecem inscritas, em francês , as palavras ditas pelo rei. Mas a verdade é que o seu símbolo era um cinto e que, depois de o sabermos, ainda o vemos lá.
Outra possibilidade, apresentada por alguns, é que a Ordem tenha tomado o seu nome do pendente ou jóia mostrada tradicionalmente nas representações de São George. A insígnia da Ordem inclui um colar e uma insígnia pendurada, conhecida como Great George, de ouro e esmalte, em que aparece São Jorge a cavalo, matando o dragão. Ainda existe uma segunda medalha, conhecida como Lesser George.
De acordo com outra lenda, Rei Ricardo I foi inspirado no século XII por São jorge o martí enquanto lutava nas Cruzadas para amarrar ligas ao redor das pernas dos seus cavaleiros, que posteriormente ganharam a batalha. O Rei Eduardo supostamente reavivou esse evento no século XIV quando fundou a Ordem.Outra explicação é que o lema se refere à alegação de Eduardo ao trono da França e a Ordem da Jarreteira foi criada para ajudar a buscar essa afirmação. O uso da liga como um emblema pode ter derivado de tiras utilizadas para fixar armaduras.
Os eruditos medievais têm apontado para uma ligação entre a Ordem da Jarreteira e o poema , "Sir Gawain e o Cavaleiro Verde". Em "Gawain", um cinto, muito semelhante em suas conotações eróticas para a liga, desempenha um papel proeminente. Uma versão aproximada do lema da Ordem também aparece no texto. Ele traduz do francês antigo como "Maldito seja um coração covarde e avarento."
Enquanto o autor do poema permanece controverso, parece haver uma conexão entre dois dos principais candidatos e a Ordem da Jarreteira. O acadêmico J.P. Oakden sugeriu que ele é alguém relacionado com João de Gnate, e, mais importante, um membro da Ordem. Outra teoria concorrente é que o trabalho foi escrito por Enguerrando, sétimo Sire de Coucy. O Sire de Coucy foi casado com a filha do rei Eduardo III, Isabela de coucy, e foi dado a admissão à Ordem da Jarreteira no dia do casamento.
Logo após a fundação da Ordem, as mulheres foram nomeadas "Ladies of the Garter", mas não foram feitas companheiras. Henrique VII interrompeu a prática em 1488, quando sua mãe, Margarida Beaufort, foi a última dama da Jarreteira antes da Rainha Alexandra . Exceto para os soberanos do sexo feminino, a próxima dama da Jarreteira nomeada foi ,Rainha Alexandra por seu marido Rei Eduardo VII. Jorge 5º também fez a sua consorte, Rainha Mary, uma dama da Jarreteira e Rei Jorge VI posteriormente, fez o mesmo para sua esposa, Rainha Elzabeth a mãe. Ao longo do século 20, as mulheres continuaram a ser associadas com a Ordem, mas com exceção de monarcas estrangeiros do sexo feminino, elas não foram feitas companheiras. Em 1987, entretanto, tornou-se possível instalar as "Damas Companheiras da Ordem da Jarreteira" sob um estatuto da Rainha Elizabeth 2ª.
Os mantos para o prelado e chanceler são o azul escuro como os dos membros (como um membro, o chanceler veste manto de um membro), mas os mantos para os outros oficiais são o vermelho escuro. Todas as camisas são bordadas com um escudo heráldico da Cruz de São Jorge. Para cerimônias da Jarreteira, o Rei de Armas de principal da Jarreteria usa este manto vermelho ao invés do colete de aramas reais usada para outras ocasiões cerimoniais de Estado.
Os oficiais usam distintivos do ofício suspensos em uma corrente ao redor do pescoço. O emblema para o Prelado mostra a the Lesser George, rodeada pela liga, que é encimado por uma mitra de um bispo. O emblema para o Chanceler é uma rosa, rodeada pela Liga. O emblema do Registrador é de duas penas cruzadas sobre um livro, rodeado pela liga encimado por uma coroa. O emblema do Rei de Armas principal da Jarreteira são as armas reais empaladas com a Cruz de São Jorge, rodeado pela liga e encimado por uma coroa. O emblema para o Ostiário é um nó (como aqueles nos colares dos companheiros da ordem), rodeado pela liga e encimado por uma coroa. O emblema para o Secretário mostra duas penas cruzadas na frente de uma rosa e rodeada pela liga, encimado por uma coroa.
O Chanceler carrega uma bolsa, que é bordada com as armas reais empalada pela Cruz de São Jorge. A bolsa contém o selo da Ordem. O Rei-de-armas principal da Jarreteira carrega sua batuta de ofício. O Ostiário leva seu artigo pessoal de ofício, o Bastão Negro.
Cavaleiros e damas Reais
O Duque de Edimburgo(1947)
O Duque de Kent (1985)
A Princesa Real (1994)
O Duque de Gloucester(1997)
Princesa Alexanda, A H onoravel Lady Ogilvy (2003)